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Oi, eu sou a Nick! Sou autora de romances de fantasia, poesia e não ficção, mentora de novos escritores e criadora do blog, onde compartilho conteúdos práticos sobre escrita criativa, construção de repertório, publicação independente e processos narrativos — sempre com uma visão sensível e acessível.

Neste post, quero conversar com você sobre um tema essencial para quem deseja começar a escrever com mais profundidade e liberdade: a escrita criativa.

O que é escrita criativa?

A escrita criativa vai além das regras gramaticais. Ela é uma forma de expressão que permite transformar sentimentos, ideias e reflexões em palavras vivas. 

Diferente da escrita técnica, acadêmica ou jornalística, a escrita criativa é a arte de usar as palavras para expressar emoções, inventar mundos e dar vida a histórias únicas. Ela não está presa a fórmulas rígidas: ao contrário, é o espaço onde a imaginação tem liberdade total.

Seja num conto, num romance, numa crônica ou até numa legenda de Instagram bem escrita, a escrita criativa permite que você explore personagens, sensações, atmosferas e conflitos — reais ou fictícios — do seu jeito, com a sua voz. É onde o texto deixa de apenas informar e passa a tocar.

Mais do que escrever bonito, escrever criativamente é sobre comunicar verdades humanas de maneira autêntica e envolvente. É criar conexões. É fazer com que o leitor sinta algo — e isso, por si só, já é uma forma de transformar o mundo.

“A escrita criativa é qualquer forma de escrita que vá além dos limites normativos da linguagem utilitária. É a escrita que existe para contar histórias, provocar emoções ou compartilhar ideias de forma imaginativa.” — Creative Writing Studies: Practice, Research and Pedagogy, Harper & Kroll (2008)

A escrita criativa é um território livre onde você pode:

  • Criar personagens e mundos inteiros,
  • Recriar memórias,
  • Elaborar conflitos,
  • Ou simplesmente organizar o caos interno em forma de texto.

Por que escrever?

Escrever é um ato de afirmação. É tornar visível o invisível. É dar forma ao que muitas vezes não conseguimos dizer em voz alta. A escrita é uma ferramenta poderosa de autoconhecimento, transformação pessoal e até mesmo liberdade social e política.

Ela também serve como ponte entre o que sentimos e o que queremos compartilhar com o mundo. Cada texto que nasce de você é uma nova possibilidade de diálogo com o outro.

Escrever bem exige leitura. Se você quer escrever bem, precisa ler muito, e com isso não quer dizer que precisa ficar restrito a um livro clássico ou até livros de ficção. Leia tudo o que puder, até mesmo jornais e livros de não ficção, pois, além de criatividade, você precisa entender de pessoas, conflitos sociais. Então, leitura é necessária para criar repertório artístico e crítico.

A leitura ativa também expande o vocabulário, melhora a estrutura narrativa e inspira novas ideias. Escritores iniciantes que cultivam o hábito da leitura desenvolvem mais rapidamente o pensamento crítico e a capacidade de construir universos próprios.


Antes de começar a escrever a sua história, você precisa ter os seus personagens bem definidos. Eles precisam ter características próprias, que os destaquem e provoquem sentimentos no leitor.

Aqui no site você encontra o Planner de Escrita Criativa que eu desenvolvi. Tem algumas páginas e em uma delas você poderá utilizar para desenvolver os seus personagens.

Confira as dicas:

1 - Escolha o nome do seu personagem (defina um nome único, para que ele seja lembrado).

2 - Pense nas características físicas do seu personagem: utilize o Pinterest para criar pasta com fotos de pessoas que sejam parecidas como você imagina o seu personagem.

3 - Crie uma lista definindo as qualidades e s defeitos do seu personagem. 

4 - Defina o objetivo e a motivação do seu personagem.

Sabendo dessas informações, você poderá seguir adiante desenvolvendo os seus personagens. Eu também criei um post explicando como desenvolver personagens, clica aqui para saber mais.



O antagonista pode ser o vilão da história, um aliado, ou até mesmo o próprio protagonista. Sabemos que sem o antagonista não existiria história, pois o antagonista cria o conflito, por isso, as vezes eles nem são humanos.

Conheça alguns tipos de antagonistas:

O Vilão Maligno


Aquele movido pela maldade, sedento por poder e controle.


O Aliado Traidor


Um aliado do protagonista que em algum momento o trai, tornando-se o seu oponente.


A Autoridade


Figura que abusa da sua autoridade e impede o progresso do protagonista.



Força da Natureza


Oponente que cria desafios e conflitos sem nenhuma motivação.


O Autosabotador


O protagonista é seu próprio adversário, criando situações de conflito para ele mesmo.

Referencia: www.nownovel.com

E ai? Gostou do post? Comenta aqui embaixo o que achou.


Não sabe como descrever a sua história ou quais adjetivos utilizar? 

Não se preocupe, eu preparei essa lista com alguns adjetivos para que você faça uma descrição de ambientes adequada para os seus textos.

Deixa um comentário aqui, se esta lista te ajudar na descrição do seu livro.





Também chamada de Monomito, a Jornada do Herói é uma estrutura baseada na mitologia de diversas culturas, além de ser estudada pelo antropólogo Joseph Campbell, que foi um mitologista. 

Chegou a estudar matemática e biologia, mas seu interesse principal centrou-se na cultura e na mente humana. Famoso por seus estudos de mitologia e religião comparada, autor da obra O Herói de Mil Faces, publicado originalmente em 1949. O que o tornou mundialmente conhecido foi ter-se tornado uma das maiores autoridades mundiais sobre os mitos das diversas culturas humanas.

Conheça os doze estágios para a construção de narrativa utilizando a Jornada do Herói:


 

  1. Mundo comum: o momento em que o herói vive em seu mundo, antes de saber o que está por vir e iniciar a aventura.
  2. Chamado à aventura: surge um desafio que impulsiona o herói a seguir um novo caminho.
  3. Recusa ao chamado: o herói hesita em aceitar a aventura ou fica relutante em continuar.
  4. Encontro com o mentor: o encontro com o mentor é muito importante para a jornada, o herói recebe auxílio e conhecimento para encarar a aventura.
  5. Cruzamento do primeiro limiar: o herói aceita o chamado da aventura e finalmente se compromete com a causa. Aceita as consequências e embarca na aventura.
  6. Testes, aliados e inimigos: logo em seguida, o herói é testado diversas vezes e conhece aliados e inimigos. Nessa etapa, o herói aprende sobre o novo mundo.
  7. Aproximação: o herói se aproxima do inimigo, se torna cada vez mais forte e sábio.
  8. A provação: o herói deve enfrentar o seu maior medo, uma das partes mais tensas do enredo.
  9. Recompensa: o herói supera o perigo e obtém a recompensa por ter aceitado o desafio.
  10. Retorno: o herói volta para casa com a recompensa e tudo o que aprendeu. Porém, ele está mudado, não é mais o mesmo.
  11. Ressurreição: mais uma vez, o herói fica cara a cara com um conflito inesperado e terá que usar sua recompensa e tudo o que aprendeu para resolver o conflito.
  12. Retorno com o Elixir: volta para a casa após ter resolvido o conflito e tem a recompensa que pode ajudar a todos, podendo viver normalmente mais uma vez.

Seguindo esses passos, você poderá desenvolver a sua história com o método utilizado pela maioria das grandes obras como os livros de Harry Potter e os filmes Star Wars e Batman.
Compartilhe este conteúdo com mais escritores e comente aqui embaixo o que achou do post.

Além dessas dicas, aqui no blog você encontra muitas outras dicas de escrita criativa sobre o enredo. Acesse: 

Elementos dramáticos que podem ser aplicados no enredo

Elementos para construir um enredo empolgante

Revise o que já sabe sobre o enredo da sua história

Dicas para desenvolver o clímax da sua história

As 3 etapas da jornada do herói

Como expandir o universo da fantasia

Como construir o plot principal da história

Construção do plot e algumas dicas para engajar o leitor

Organizando o clímax da história

Como aumentar o conflito da sua história

O Plot principal da história e o Método de Cinco Pontos




O drama é um dos elementos essenciais de uma narrativa. Sem ele é impossível criar tensão e conflito na história, que são as duas características que deixam os leitores mais atentos e mais ávidos para devorar um livro.
 
A criação de uma estrutura dramática faz toda a diferença para o leitor. Saber fazer uso desses elementos é essencial. 
 
Abaixo temos os elementos dramáticos que pode ser aplicados em uma história:
 
  • Flashbacks: muito utilizados em narrativas não lineares, os flashbacks são recordações dos personagens e geralmente trazem algumas revelações consigo. É muito importante que o flashback apareça em um momento propício
  • Diálogos exclamativos: onde os personagens expressam sentimentos, emoções.. Esses diálogos podem apresentar entonações um pouco prolongada;
  • Clímax: momento crítico do enredo; ponto alto da trama onde os personagens pode se exaltar e é talvez o momento mais dramático da trama;
  • Monólogos dos personagens: ocorre na narrativa em primeira pessoa, em que os personagens narram continuamente descrevendo sobre lugares, pessoas, objetos, sentimentos e percepções;
  • Tragédia: relato de uma história triste sobre o personagem. A tragédia sempre foi um dos maiores elementos do drama e funciona muito bem em uma narrativa, contanto que contada de forma coerente;
  • Conflitos: série de acontecimentos ou sentimentos que geram atrito na história. Os mesmos podem ser internos (inseguranças do personagem, medo, crises existenciais), pessoal (competição entre os personagens, atritos, brigas, desavenças) ou extra pessoal (causado por desastres naturais como terremotos, conflito contra instituições como governo, igreja, preconceito na sociedade).
Compartilhe este conteúdo com os seus amigos para ajudar novos escritores com dicas de escrita criativa.

Além dessas dicas, aqui no blog você encontra muitas outras dicas de escrita criativa sobre o enredo. Acesse: 

Elementos para construir um enredo empolgante

Revise o que já sabe sobre o enredo da sua história

Dicas para desenvolver o clímax da sua história

As 3 etapas da jornada do herói

Como expandir o universo da fantasia

Como construir o plot principal da história

Construção do plot e algumas dicas para engajar o leitor

Organizando o clímax da história

Como aumentar o conflito da sua história

O Plot principal da história e o Método de Cinco Pontos

Os 12 estágios da Jornada do Herói



 

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Oi, sou Nick!


Oi, sou Nick!

Sou escritora, formada em Licenciatura em Letras e tenho me aprofundado em Sociologia e Filosofia. Atualmente, atuo na área de Marketing, explorando estratégias, comunicação e comportamento humano. Minha trajetória é guiada pela busca constante por conhecimento, reflexão crítica e conexão entre ideias, pessoas e contextos sociais.


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