No post de hoje, irei abordar a escolha do narrador e o estilo narrativo da história.
O foco narrativo é, basicamente, a perspectiva de quem conduz a história. É a partir dele que determinamos o tipo de narrador, um dos principais elementos para estruturar a narrativa e que também representa a voz do texto.
Essa voz ficcional é criada para contar a história e pode aparecer, geralmente, em primeira ou terceira pessoa. Já vi casos de narração em segunda pessoa, o que não é o mais comum.
O narrador é a entidade que possui conhecimento sobre a história e tem como principal papel contá-la ao leitor. Ele faz parte da construção narrativa, ao organizar as ações, informar os acontecimentos e pode transmitir uma visão ideológica do mundo construído ou adotar uma postura mais imparcial.
Escolher o tipo de narrador faz parte da organização da sua história. É o narrador quem relata os fatos, descreve cenários, apresenta acontecimentos e, dependendo do tipo escolhido, revela também os sentimentos e pensamentos dos personagens. Essa decisão é extremamente importante por determinar o rumo da história e a forma como o leitor a compreende.
Podemos ter um narrador mais parcial ou mais imparcial, com voz ativa e opiniões próprias, ou um narrador mais neutro. E é sobre essas diferenças que quero falar hoje: entender a funcionalidade de cada tipo de narrador.
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